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(d)Eficiente Dona de Casa

Quando se tem uma doença degenerativa não é o fim do mundo. Aprendemos a adaptar o nosso mundo para funcionarmos. Venho dar dicas úteis para quem tem as mesmas dificuldades. Esta sou eu e o meu dia-a-dia.

(d)Eficiente Dona de Casa

Quando se tem uma doença degenerativa não é o fim do mundo. Aprendemos a adaptar o nosso mundo para funcionarmos. Venho dar dicas úteis para quem tem as mesmas dificuldades. Esta sou eu e o meu dia-a-dia.

Queques de laranja


28.11.17

Ingredientes

2 ovos

1 copo de sumo de laranja

2 copos de farelo de aveia em farinha

2 colheres de sopa de azeite

mel qb

1 colher de chá de fermento (sem glúten)

Canela

 

Misturar todos os ingredientes e colocar a mistura nas formas. Se forem de silicone não é necessário untar.

Levar ao forno a 180º até ficarem douradas.

Ficam fofinhos, fofinhos ;) .

 

WP_20171128_002.jpg

 

A doçura da Chuva - Deborah Smith


27.11.17

Sinceramente é a primeira vez que leio esta autora, mas surpreendeu me com este enredo. Gostaria que houvesse pessoas como Ben Thocco, que empregava pessoas com deficiência pelas suas qualidades e capacidade para o trabalho. Deu-lhes emprego porque eram bons, não por pena ou por benefícios. Adorei a historia, não tem momentos mortos, sempre cheia de acção que prende o leitor sem dúvida.

A personagem principal Kara também é inspiradora, embora custa acreditar que uma pessoa criada em berço de ouro, consiga lidar com uma vida de trabalho num rancho, mas pensado que seria possível mostra muito caracter. Recomendo sem dúvida. Apontem na lista para o pai natal ;) .

 

A-Docura-da-Chuva.jpg

 

 

 

Bolachas sem glúten e sem lactose


22.11.17

Bolachas de Aveia e Chocolate

 

100 gr flocos aveia (sem glúten)

200 gr de farelo aveia

30 gr de chocolate em pó 100% Cacau

2 ovos

1 colher sopa de mel

1 colher sopa de canela

1 colher de chá de gengibre em pó

 

Receita fácil e simples. Misture os ingredientes até formar uma massa homogénea e que consiga moldar. Colocar num tabuleiro para ir ao forno, forrado com papel alumínio e azeite. Colocar as bolachas em pequenas bolinhas e colocar no forno aproximadamente 10 minutos a 180º graus. Cuidado para não cozerem de mais, ficam muito duras.

 

 

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Video superação (Maysoon Zayid)


21.11.17

Eu não me canso de colocar estes vídeos para que todos vejam, não só as pessoas com deficiência, mas todas as pessoas que pensam que não conseguem. Pessoas que pensam que os seus sonhos não estão ao seu alcance. As pessoas com deficiência muitas das vezes têm quase tudo a rumar contra. A sociedade normalmente tende a excluir e estranhar o que é diferente, mas temos pessoas que apesar das adversidades conseguem conquistar os seus sonhos. Está aqui um vídeo que comprova isso mesmo, mais uma mulher extraordinária Maysoon Zayid .

 

 

 

Crise de valores


13.11.17

Hoje em dia, temos tudo ao nosso dispor, temos conforto em casa, temos acesso a Internet, telemóveis, televisão, casas de banho.. Coisas que nos tempos dos meus pais, (que não são assim tão velhos) eram coisas que eles nem podiam imaginar que hoje em dia teríamos acesso. Mas crescidos numa aldeia, há sempre algo que contam que me fica sempre, podiam ter pouco mas todos na aldeia tinham pouco e havia sempre alguém que ajudava ou dava uma mão quando era necessário. Sempre as pessoas se ajudavam com o que tinham. 

 

Hoje em dia, crescendo eu na mesma aldeia vejo que as pessoas já são diferentes, todas as pessoas se conhecem, pelo menos os que são de lá, mas o sentimento já não é o mesmo. Cada pessoa trata da sua vida e às vezes a necessidades dos outros passam um bocado ao lado. Vejo que até certos valores, que felizmente a mim me foi transmitido, algumas pessoas já os esqueceram e já não tem a mínima importância. Muitas das vezes o "obrigado", e o "por favor" ficam esquecidos sem que isso seja notado.

 

Um tempo atrás estava eu a ser atendida num serviço quando o meu telemóvel toca, a senhora na sua simpatia olha para mim e diz "se quiser pode atender" e eu olho para ela e digo "não poço, porque estou a falar consigo. Sei que é normal, mas isso é uma falta de respeito para consigo", ela no final deu-me razão, mas quantas vezes é que não vê-mos pessoas a falar ao telemóvel, enquanto está um funcionário a espera que essa pessoa acabe de falar? A verdade é que os valores pelos quais fui educada, hoje em dia já são banalizados e de certa maneira nem importam.

 

Quando vejo um país em que um filho bate na mãe, em que um homem agride um policia, em que um homem mata a companheira, infelizmente poderia ficar aqui o dia todo a referir situações, fico a pensar para onde vamos e o que será de nós daqui a uns tempos, quando vejo que a vida do outro e o respeito pelo próximo já são coisas que não são praticadas.

 

Espero sinceramente que as coisas mudem, que as próximas gerações tenham valores e respeito por aquilo que é a nossa sociedade e o nosso planeta. Provavelmente já não estarei cá para ver essa mudança, mas tenho esperança que aconteça.

 

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Danielle Steel - Um Amor Imenso


10.11.17

Fiquei surpreendida quando vi que o livro era sobre o Titanic, e pensei cá para mim, olha já se sabe que morrem todos no fim. Mas a autora surpreendeu me, com a personagem principal uma mulher forte que depois de perder os pais assume o papel de pai e mãe para os irmãos e ainda o controlo do negocio de família para poder sobreviver. Sobrevive abdicando de algumas coisas da sua vida.

Cada livro que leio de certa forma me dá alguma lição de vida e me ajuda a relativizar algumas coisas, este foi o que aconteceu. Ler como ela dá volta e sobrevive a uma tragédia tão grande é inspirador.

 

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Mudanças na vida


08.11.17

Todos no percorrer da nossa vida temos mudanças, umas para pior e outras para melhor. Dizem que todas as mudanças, quer boas ou más, têm um fim evolutivo. Cada mudança transmite e ajuda a estruturar a nossa personalidade, ensina valores e cada mudança faz com que agente aprenda mais alguma coisa sobre nós.

O que descobri recentemente sobre mim é que, eu não gosto de mudanças, antigamente as mudanças de vida eram encaradas como uma ansiedade boa e uma oportunidade para fazer diferente. Mas recentemente descobri que essa ansiedade boa se tornou em ansiedade da má. Mudanças trouxeram um conhecimento sobre mim que não estava a espera. É certo que vai passar e que vou fazer de tudo para que a minha rotina  volte, mas ficou o abre olhos..

Tecnologia a nosso favor


01.11.17

Ás vezes penso ando a empurrar uma parede com a cabeça, que as coisas são difíceis, mal adaptadas, somos marginalizados, tudo é mais complicado e difícil quando se é deficiente. E é verdade e ainda temos um grande caminho a percorrer, mas depois penso que se tivesse nascido uns anos antes seria bem pior. Antigamente os deficientes eram marginalizados, as famílias deparadas com um filho deficiente mantinham-nos fechados em casa, muitas das vezes alguns familiares nem conheciam a sua existência. Não tinham acesso a médicos, produtos de apoio e a palavra integração era simplesmente impensável.

Hoje em dia, tenho tecnologia que me permite ter uma vida mais simples, como o computador que me permite escrever, o telemóvel que graças a tecnologia do ecrã táctil me permite um uso sem restrições. Poço falar nas cadeiras de rodas, das caixas automáticas para os carros, é graças a elas que ainda conduzo. Compras online e serviços como o banco online que permite com que eu trate de assuntos a partir de casa.

Fico contente quando vejo elevadores com botões com números em braille, vejo museus em que estimulam os sentidos para pessoas cegas e na televisão vejo legendas e linguagem gestual para pessoas que não ouvem. Simples assim, muitas vezes dou graça por estar nesta geração e espero que com o tempo cada vez mais haja facilidades para as pessoas com deficiência.

Provavelmente já não será durante a minha existência mas gostaria que um dia que tivéssemos um mundo em que as pessoas com deficiência tivesse as mesmas oportunidades, as mesmas condições, o mesmo respeito e os mesmos direitos que as outras pessoas. 

 

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