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D(eficiente) Dona de Casa

Quando se tem uma doença degenerativa não é o fim do mundo. Aprendemos a adaptar o nosso mundo para funcionarmos. Venho dar dicas úteis para quem tem as mesmas dificuldades. Esta sou eu e o meu dia-a-dia.

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Dica orquídeas


19.10.17

Um dos meus maiores vícios são sem dúvida as flores. Tenho várias e de várias espécies, mas uma das minhas preferidas são as orquídeas. Tenho várias espécies, mas a que tenho tido mais resultado são as phalaenopsis, são também as que mais se vê a venda nos supermercados. À conversa com várias pessoas vejo a dificuldade que têm em cuidar delas, na minha opinião mais por falta de informação, porque não são mais difíceis de cuidar do que qualquer outra planta. Por isso, decidi fazer aqui um post para mostrar as pessoas que dizem não ter sorte com este tipo de orquídeas como eu faço. Pois bem, 

1º Escolha da planta, cuidado com as plantas que já vêm conchonilhas, que é das pagas mais comuns entre as orquídeas, e muitas das vezes elas já estão contaminadas quando chegam a casa. Pesquisem sobre isso, e ao mínimo indicio não comprem.

2º Os vasos que elas normalmente trazem, os transparentes, são transparentes por um motivo. Esta espécie tem a capacidade de fazer a fotossíntese pelas raízes e muitas das vezes as pessoas colocam-nas em vasos lindos, mas que tapam a claridade na raiz o que faz com que a planta não fique saudável. Deixem esses vasos assim, transparentes. 

3º Quanto a iluminação, basta observar as folhas. Normalmente não gostam de luz direta, o que faz com que as folhas apareçam com manchas castanhas, logo um local que receba sol, não será o mais indicado. Um local com claridade mas sem sol direto será o ideal, perto de uma janela será um exemplo.

4º No caso da adubação, não sou especialista, por isso qualquer adubo para orquídeas e usado com as instruções do fabricante deverá fazer o esperado. No meu caso gosto dos adubos líquidos que misturamos com água e que se coloca mensalmente.

 5º Agora vamos ao truque que aprendi com uma senhora que cultivava bastantes. Então é assim, para regar é colocar a orquídea num alguidar com a água a tépida, água a temperatura da mão. De maneira a que coloque a mão e não esteja quente mas nem fria, esteja a temperatura ambiente. Assim colocamos lá a orquídea por aproximadamente 10 minutos. Depois do tempo decorrido, deixamos que a água escorra do vaso completamente e colocamos novamente no sitio escolhido. Quando saber se deve voltar a regar, nestas orquídeas é fácil basta olhar para as raízes, quando tiverem num tom de cinza, voltamos a regar. Lembrando que é mais fácil matar uma orquídea com excesso de água, do que com falta dela. Por isso, eu rego as minhas de 15 em 15 dias no inverno e de 8 em 8 dias, ás vezes mais, no verão. Certo que, essas referencias dependem do ambiente onde as orquídeas estão. Uma orquídea dentro de casa aqui não tem as mesmas necessidades que uma orquídea no Brasil por exemplo.

 

E assim, penso que cobri todos os aspetos de cultivo das orquídeas phalaenopsis, e assim terão lindas plantas que lhes vão dar de presente lindas flores.

Algumas das minhas:

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