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(d)Eficiente Dona de Casa

Quando se tem uma doença degenerativa não é o fim do mundo. Aprendemos a adaptar o nosso mundo para funcionarmos. Venho dar dicas úteis para quem tem as mesmas dificuldades. Esta sou eu e o meu dia-a-dia.

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Glúten e doença degenerativa


04.03.18

Vou contar a minha experiência, nem toda a gente é igual e nem todos os corpos reagem da mesma maneira. Ah um tempo deparei-me com um vídeo de uma médica portadora de ELA (esclerose lateral amiotrófica), que deu uma palestra com uma experiência que ela tinha feito. Pois bem, esta médica estava já numa cadeira de rodas e com a alteração da sua alimentação conseguiu voltar a andar. Deixo o vídeo em baixo para verem. Essa alimentação é a hoje chama de Paleolítica

 

Assim eu pensei para comigo, ok mal não faz certo? Então alterei a minha alimentação, eliminei pão, massas, açúcar e alimentos industrializados. Ao inicio parecia estranho pensava, então se não como cereais ao pequeno-almoço o que raio é que eu vou comer? Procurei ajuda no facebook, já há uma série de grupos a falar deste tipo de alimentação, a alimentação paleo, e aí fui vendo sugestões e receitas para iniciar. E falamos do inicio a uns dois anos.

 

O facto é que segundo estudos indicam o glúten tem um poder inflamatório, que no caso de doenças auto-imunes, como o caso da esclerose múltipla, faz toda a diferença. No meu caso tendo também uma doença auto-imune o resultado foi que, deixei de ter tantas crises, mesmo as que tenho hoje em dia são menos incapacitantes. Claro que faço asneiras, quem não as faz. Mas logo que posso tento voltar a dieta normal. Compro verduras, farinhas sem glúten para fazer pão (já devem ter visto as minhas receitas no blog), e tudo o mais natural possível e a verdade é que me sinto bem. E para mim tudo o que me faça sentir bem é para continuar. 

 

Link estudo em esclerose Multipla: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21385364

 

 

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