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(d)Eficiente Dona de Casa

Quando se tem uma doença degenerativa não é o fim do mundo. Aprendemos a adaptar o nosso mundo para funcionarmos. Venho dar dicas úteis para quem tem as mesmas dificuldades. Esta sou eu e o meu dia-a-dia.

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Quando se tem uma doença degenerativa não é o fim do mundo. Aprendemos a adaptar o nosso mundo para funcionarmos. Venho dar dicas úteis para quem tem as mesmas dificuldades. Esta sou eu e o meu dia-a-dia.

Limitações


27.10.17

Muitas das vezes a nossa cabeça intervêm e faz-nos idealizar aqueles cenários prefeitos em que tudo acontece como queremos, e quando não acontece como queremos daí vem a frustração. Desde pequena que um dos meus vícios preferidos foram os filmes, de preferência filmes como o X-men em que as pessoas mesmo sendo diferentes tinham sempre algo a mais que os outros. 

Eu também gostaria de ter o algo a mais, mas o único a mais que me calhou foram as limitações. Limitações para quase tudo, e para o que não há a minha mente também consegue inventar algumas, o nosso cérebro é maravilhoso mas às vezes seria bom retirar algumas coisas. É difícil muitas das vezes distinguir as limitações reais, das limitações impostas. Numa conversa certa vez com uma amiga ela dizia-me que gostaria de viajar, mas que nunca teve a sorte de ir mesmo tendo dinheiro, ao que eu disse que seria fácil de ir, apanhava o avião e podia ir. Ela respondeu logo que não iria conseguir fazer uma viagem sozinha. A verdadeira limitação está no cérebro porque certamente se fosse mesmo necessário ela poderia fazer a viagem, mas o cérebro diz-lhe que nunca poderia ir sozinha. 

Gostaria de poder ter menos limitações é verdade, gostaria de poder dar longos passeios a pé, de andar descalça na praia e ir e vir da água quantas vezes me apetecesse. Mas isso é uma limitação física, nada a fazer, a única opção é tentar viver o mais fácil possível. 

Quando era nova achava que era o centro das atenções, onde quer que fosse e detestava. Eu evitava de sair de casa para não ser alvo dos constantes olhares, queixando-me várias vezes que não era extraterrestre para as pessoas estarem constantemente a olhar. Com a idade vem sabedoria também, hoje em dia vejo que isso me incomoda mais ou menos consoante o meu estado de espírito. Nos dias em que simplesmente estou bem comigo os olhares desaparecem, eles não desaparecem é certo mas parecem menos significativos.

Então temos aqui a repost, tentando controlar o cérebro e a nossa maneira de pensar é sem dúvida o meio de ter um estado de espírito mais relaxado. Lembrem-se sempre de respirar fundo, porque o ar é essencial a vida ;) .

 

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